"(...) Mas também há beleza em ir. Levar retratos dos abraços. (Para quem fez parte de movimento estudantil, sabe a sensação do abraço de despedida daquele que conheceu por quatro dias e talvez nunca mais reencontre e parece ser parente, íntimo, algo assim). E quando se percebe que o tempo não vai ser suficiente nunca, é porque já foi suficiente para sentir isso e saber que mais não dá, a intensidade foi alcançada. Relações intensas e repentinas. Uma explosão."
texto: expedição konidomo
foto: corea niterói, novembro de 2006.
